"Viajar começa com histórias e seu primeiro impulso não é a sede pelo saber, mas a ingenuidade, às vezes também o tédio, ou até mesmo uma certa leviandade; sua verdadeira natureza é tropeçar de um acaso para o outro, experimentar no próprio corpo as ciladas da vida, para finalmente voltar para casa, são e salvo" Felicitas Hoppe.
Assim vivo, na aventura de me perder e me achar a cada projeto, a cada viagem. Duas coisas que amo e estão totalmente interligadas, pois em ambos os casos a aventura está presente e a rotina praticamente não existe, o novo é um processo constante e se recria diariamente no olhar.